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View Tree for Ena de Miranda Uchoa (ENITA)Ena de Miranda Uchoa (ENITA) (b. 15 June 1911, d. 15 March 1995)


Picture of Ena de Miranda Uchoa (ENITA)
Minha florzinha

Ena de Miranda Uchoa (ENITA) (daughter of Antonio Manhaes de Miranda and Dolores (Lola) Morgade de Miranda) was born 15 June 1911 in Campos / RJ, and died 15 March 1995 in Brasilia / DF. She married Alfredo Moacyr de Mendonça Uchoa on 12 January 1933 in Muqui - Espirito Santo, son of Alfredo de Mendonça Uchoa and Idalina de Mendonça Uchoa.

 Includes NotesNotes for Ena de Miranda Uchoa (ENITA):
- ENA MORGADE DE MIRANDA -
= ENA DE MIRANDA UCHÔA =



Filha de ANTONIO e LOLA, nasceu na cidade de CAMPOS, no dia 15 de junho de 1911.
Foram seus padrinhos, seus avós maternos, PERCILIANA e JOSÉ MARIA. Este, como bom súdito dos reis da Espanha, colocou em sua primeira neta o nome de solteira de sua rainha: ENA.
Ena tinha seis meses quando seu avô levou-a para sua companhia, onde ficou até os 17 anos.
Ela chamava seus avós de "papai" e "mamãe", para diferenciar de seus verdadeiros pais, a quem chamava de "meu pai" e "minha mãe".
Teve uma infância maravilhosa, pois seus avós a adoravam e a educaram debaixo dos princípios de uma moral sã e rígida.
A chácara de seu avô era muito grande e possuia muitas árvores frutíferas, mas a preferida de ENA era uma frondosa mangueira, à sombra da qual, dentro de uma caixa d’água vazia, construiu sua casa de bonecas, passando, aí, várias horas a brincar.
Dormia em companhia de sua tia avó BEATA, num quarto com dois oratórios cheios de santos, que ficavam floridos e iluminados por ocasião dos festejos juninos, o que muito a encantava.
A menina cresceu nesse ambiente puro e tranquilo. Gostava de subir em árvores, fazer vestidos para as bonecas e ir às festas religiosas com sua avó.
Passava as férias com seus pais: primeiro na FAZENDA COLEGINHO e, depois, nos hotéis.
Seus 15 anos, festejou no Hotel de BOM JESUS DE ITABAPOANA.
Cursou a Escola Normal de Campos, concluindo seu curso em 1927, quando foi morar com seus pais, em Vitória, capital do Espirito Santo.
Foi sempre alegre e comunicativa, gostava de festas e carnaval. Possuia bonita voz lírico ligeiro, cantando em reuniões e horas de arte.
Aperfeiçoou seus estudos em Vitória, num Curso Superior de Cultura Pedagógica.
Em 1929 conheceu o engenheiro ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA.
Conferências espiritas os aproximaram e, em 24 de dezembro de 1930, ficaram noivos. No dia seguinte, 25, ela foi para a cidade de Campos, visitar o avô que estava muito doente e que veio a falecer no dia 30 Dez.
Voltou a Vitória em fevereiro para ajudar o pai na mudança para MUQUI, pois havia sido vendido o Hotel MAJESTIC, de sua propriedade. Foi nomeada professora para uma escola isolada e, depois, para o Grupo Escolar de Muqui.
Ficou noiva durante dois anos, indo o noivo visitá-la sempre. Ele saira de Vitória, para o Rio de Janeiro, pois voltara ao Exército, em 1930, graças à anistia aos revolucionários de 1922. Casaram-se no dia 12 de janeiro de 1933, na cidade de MUQUI, e embarcaram para o Rio.
Moacyr achava que o nome " ENA" não tinha tônica e, por isso, passou a chama-la de "ENITA".
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No início de 1934 Moacyr foi transferido para Barreiros, no interior de Pernambuco, onde foi trabalhar na construção de uma remonta do Exército.
Alguns dados curiosos sobre a vivência de Ena nessa cidade, encontram-se no resumo biográfico de Moacyr, escrito pela própria Ena.
Em 1935, com a promoção a capitão, o casal mudou-se para Recife e, daí, em 1936, retornou ao Rio de Janeiro, indo residir em Niterói, na casa dos pais de Ena, à Rua Moreira Cesar Nr 160 - Icaraí, onde nasceram seus filhos Luiz Carlos Krish, Anna Maria Christina e Paulo Roberto Yog.
O casal adquiriu uma casa na Rua Joaquim Távora, também em Icaraí, onde residiu por algum tempo, até a transferência para Resende, no Estado do Rio, em março de 1945.
A vida em Resende, com Moacyr trabalhando na Academia Militar das Agulhas Negras, foi muito tranquila e feliz, com as férias passadas, quase sempre, em Niterói, na casa de Lola e Antonio Miranda - os pais de Ena. As crianças adoravam a casa da “Dinda”, na rua Lopes Trovão Nr 32, em frente ao trampolim que, imponente, existia no meio da praia de Icaraí.
No dia 1º de abril de 1951, quando a família se dirigia para o cinema, ENITA disse aos filhos: “ Vocês vão ganhar um (a) irmãozinho(a)! Coitada da ENITA, ninguém acreditou nela, pensando tratar-se de uma brincadeira de 1º de abril. Mas era verdade. Em 26 de Setembro daquele ano, nasceu a filha Angela Maria Cristina, que veio destronar, onze anos depois, o caçula Paulo Roberto.
A casa onde moraram, na rua Vilagrant Cabrita Nr 3, na Vila Militar, em Resende, era ampla, 2 andares e palco de muitas brincadeiras da infância alegre e descontraída dos filhos do casal. Também foi naquela casa que ENITA fez grandes amigos no "plano invisível", ou seja, entidades que compareciam, frequentemente, nas sessões de materialização promovidas por Moacyr. Os mais "chegados" eram Terezinha, Atanásio, Ismael e Paulista, este ultimo, em especial, era invocado por ENITA sempre que uma situação difícil a atormentava.
Em 1957, Moacyr foi nomeado para fundar e ser o primeiro comandante do Colégio
Militar de Salvador. E lá se foram eles para a Bahia, acompanhados, apenas, por Angela Maria, posto que Luiz Carlos estava se formando na Escola Naval, Anna Maria estudando em Niterói e Paulo Roberto terminando a Escola Preparatória de Cadetes, em São Paulo. Em Salvador, ENITA prestou grande apoio e ajuda a Moacyr, inclusive como "primeira dama" do Colégio Militar, missão que desempenhou com desenvoltura e meiguice.
Em 1960 Moacyr deixou o Comando com um belo elogio do Ministro da Guerra, General Teixeira Lott, indo cursar a Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro, após o que, passou para a Reserva. Nessa época, o casal já havia trocado a casa da rua Joaquim Távora por dois apartamentos (transformados em um único), no edifício construido sobre o terreno da casa. O endereço passou a ser Av Ary Parreiras, 28, Edifício Califórnia, 4º andar, onde moraram até 1968, quando foram residir em Brasília.
Com o falecimento de sua mãe LOLA (a querida "Dinda" de seus filhos), em 1962, seu pai, ANTONIO MIRANDA, após residir um período com a irmã Néa e, depois, algum tempo com a filha Anna Maria, foi morar, em definitivo, com o casal ENA & MOACYR.
Em 1968, os quatro (Ena, Moacyr, a filha Angela e o pai Antonio) mudaram-se para Brasília. Depois de residirem, na nova capital, em alguns apartamentos em carater provisório, com a venda do Apto de Niterói compraram sua moradia definitiva na Super-Quadra-Sul 104, Bloco E, Apto 305. E, aí, teve início toda uma fase de vida intensa, sempre balizada no espírito de pesquisa, dinamismo e idealismo de Moacyr, que encontrava, em ENITA, uma companheira extremamente dedicada, colaboradora de todas as horas e incansável no apoio em quaisquer circunstâncias. Nessa época, vamos encontrar a melhor síntese para ENITA, no belo soneto que seu marido lhe dedicou por ocasião de um Dia das Mães e publicado em seu livro de poemas "Oasis de Luz":

À querida Enita

És mãe, neste dia, cânticos suaves
Chegam ao teu coração, mensagem das estrelas,
Falando-te de amor e da inspiração de vê-las
Em noites virginais de espaços inefáveis!

É que, querida Enita, soubeste amar
Nas lutas desta vida, alma enriquecida,
Os teus pais, os teus filhos, nunca esquecida
Do amor do teu marido, juntos a lutar.

E as Bênçãos do Senhor, em céus alcandorados,
Buscaste sempre e sempre, luz no coração,
Bondade sem limites, frutos alcançados

De cósmico amor, beleza das Alturas,
Espiritualidade maior. Emoção
De grandeza sutil, sem par, das Almas Puras.

Com as pesquisas sobre Disco Voador realizadas durante muitos anos em uma fazenda nas proximidades de Alexânia, o casal acabou adquirindo, no início da década de 70, um sítio naquela localidade, batizado de "CANTINHO DA VOÍTA", palco de muitas e muitas alegrias de ENITA, Moacyr, filhos, netos e amigos, bem como fonte de inspiração como a cantiga composta pelo filho Paulo Roberto:

Hoje é sexta-feira, pega a tralha e vai
Passar dois dias de alegrias com mãe e pai.
Esse céu azul, vem nos convidar
P'ra no CANTINHO DA VOÍTA passear...

Aquela casinha, nos faz bem lembrar
A da Carochinha, feita p'ra sonhar.
Na varanda a rede e o beija-flor,
No jardim as rosas e o anãozinho em cor.

Hoje é sexta-feira...

Frutos p'ra colher, sol p'ra se queimar,
Banho bom de rio, antes de almoçar...
Jogos, brincadeiras, fome e confusão
E ao cair da tarde, canto e violão...

Hoje é sexta-feira...

Se lá fora é frio, dentro faz calor,
Pois Voíta traz mais um cobertor.
Lá p'ra meia-noite, todos dão as mãos.
Prece em sintonia, paz em vibrações...

Hoje é sexta-feira...


A data de 12 de janeiro de 1983 foi um belo marco na vida do casal, que comemorou suas bodas de ouro no Clube do Exército, em Brasília, reunindo dezenas e dezenas de amigos e parentes numa cerimônia planejada, escrita e conduzida pelo filho Paulo Roberto, que recebera carta branca dos irmãos para idealizá -la, dentro dos princípios filosóficos e místicos que caracterizavam o querido casal. A beleza da cerimônia e as emoções vividas naquela noite inesquecível ficarão registradas, para sempre, no mais profundo dos corações de todos aqueles que ali compareceram. Na parte superior do convite para as Bodas de Ouro, estava escrito:

"O VERDADEIRO MATRIMÔNIO
É UMA GRAÇA INTERNA E ESPIRITUAL QUE APROXIMA DUAS CRIATURAS"

Do texto da cerimônia, extraimos:

" E na certeza da Divina Presença do Amado Mestre Jesus, voltemos nossos pensamentos para os queridos ENA e MOACYR que completam, hoje, meio século de viver comum, em amor e em serviço."
" Mas eles se vêm amando e unidos desde longas idades, através dos distintos e múltiplos aspectos e circunstâncias com que a vida humana brinda as almas em seu eterno viver: amigos, irmãos, esposos, amantes, mães e filhos, pela longa cadeia da evolução humana. E nossa mente, correndo ao longo da Senda Eterna, que ignoramos quando começou e quando há de terminar, quantas vezes irá encontrar as mesmas flores no mesmo jardim ?"
" Para quem já conseguiu levantar uma pequenina ponta do véu sagrado que esconde do vulgo os segredos divinos, não há mistério nem enigma nessas sublimes alianças de almas que, unidas, vêm se encontrando, em cumprimento às leis indeléveis, através da noite dos tempos."
" Mas o tempo é a imagem móvel da imóvel Eternidade. Portanto, fixemo-nos no AQUI e AGORA."
" O homem, ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHÔA, faz hoje idéia nítida e
precisa da direção da evolução, e tem dedicado sua vida a cooperar com ela, auxiliando e orientando os seus irmãos de jornada. Os membros da Grande Hierarquia, em cujas mãos está a evolução do Mundo, buscam homens como ele, predispostos para a missão, orientando-os no que lhes falta para poderem auxiliá -Lo na Grande Obra."
" A mulher, ENA DE MIRANDA UCHÔA. A abnegação de seu amor é tão grande
que se constitui em uma indispensável aliada no caminho do discipulado. O Mestre de um, é o mesmo do outro. Ele é um montinho de terra fértil. Ela, a roseira branca que nasceu, cresceu e floresceu nele..."
" E ambos fazem de seus corações um pequeno templo de amor!"

O momento culminante da cerimônia foi, sem dúvida, aquele em que foi solicitada, simbolicamente, a presença do Excelso Mestre MORYA para proceder à bênção do casal.



Sempre muito viva, participante, forte, saudável, amorosa e decidida, ENITA era o exemplo e o polo catalizador da família.
A partir do final da década de 80, quando os problemas de coluna de Moacyr foram se intensificando, levando-o à cadeira de rodas e, posteriormente, ao leito permanente em conseqüência do derrame cerebral que o acometeu em agosto de 1991, ENITA se tornou em uma "gigante" de dedicação, em uma demonstração da ilimitada capacidade de abnegação a que pode atingir o ser humano. Superou a si mesma e tornou-se, para o seu querido Moacyr, no anjo de amor e ternura, segundo palavras do próprio marido.
Era chamada, carinhosamente, de "MINHA FLORZINHA" pelo filho Paulo Roberto, o qual a presenteava, frequentemente, com motivos relacionados às flores. No dia em que completou 80 anos, 15 de junho de 1991, dele recebeu uma fita de vídeo (Paulo Roberto morava nos Estados Unidos) editada caprichosamente e montada à base de parábolas, fantasia e flores - que ele filmara na primavera, já para esse fim - emoldurada por belas músicas. Na fita, a inspiração do filho colocou seu nome em uma doce parábola:



Era uma vez uma flor e um jardim.
Nunca o Jardineiro deixou de regá-los,
Até que um dia...

Descobriu que poderia deixar a flor
Encarregada do jardim.

Missão sublime, pensou a flor,
Incansável na tarefa de
Regar, com extremado amor e perfume,
Aquele jardim que lhe fora confiado.
Nela, o Jardineiro desenvolveu a pureza
Dos anjos, que ela expressa através de sua
Aura branca como as pombas do Paraiso.

Um dia, nasceu de seu pólem um pequeno botão que
Cresceu, que a ama muito... e que sou eu...
Hoje, a flor, a minha mãe, é um retrato do Jardineiro.
Oitenta anos de Divino Exemplo está completando
A florzinha do meu coração!!!...


A última cena dessa fita era o close de uma linda rosa, muito branca, por sobre a qual, em letras douradas, mais um acróstico surgiu:

Em cada flor eu te vejo
Nelas te sinto o calor.
Intensamente desejo
Te confessar meu amor...
A ti, florzinha, meu beijo!!!


ENITA parecia personificar o amor, o carinho, a dedicação. Todos os filhos e netos se enterneciam ao cantar a musiquinha composta pela filha Ângela:


Minha mãezinha, tão bonitinha,
És a fofinha do meu coração.
Ela dá bronca, fica zangada,
Eu de fofinha não chame mais não!
Então eu faço esta toada
P'ra lhe dizer do meu grande amor.
Minha mãezinha és a estrela
Que guia os passos e nos dá calor .



Mãe adorada, gentil companheira,
És nosso tesouro de infindo valor
Teu amor conforta, inspira e seduz,
Éés minha mãezinha qual raio de luz..
Toda madrugada paciente esperas,
És doce exemplo de dedicação
A tua presença é felicidade.
Estejas conosco pela Eternidade...




No dia 12 de janeiro de 1993, ao completar suas “Bodas de Diamante”, 60 anos de casada, seu querido Moacyr, já bastante doente, lhe ofereceu uma orquídea, acompanhada de um cartão, com a seguinte dedicatória:

“Muito emocionante, impressionante mesmo, este sentimento que ora procuro transmitir a você, minha queridíssima Enita, nesses 60 anos de vida de VERDADEIRO AMOR, agora revigorado e purificado pela Beleza e Espiritualidade do branco tão perfeito, expressivo das pétalas dessa Orquídea. Aceite, pois, esta singela lembrança desse seu Amor que transcende as fronteiras desse mundo, subindo ao Plano onde operam e trabalham os Excelsos Seres da Espiritualidade do nosso planeta. Do eterno seu, Moacyr.”

Na noite desse belo 12 de janeiro de 1993, em seu apartamento de Brasília, reuniram-se seus filhos, genros noras, netos e amigos, para comemorar data tão marcante. Em determinado momento, sua filha Angela foi para o piano e todos fizeram uma surpresa para o casal, cantando, em coro, a” música da “Noviça Rebelde”, de cuja melodia Enita e Moacyr tanto gostavam, só que, naquela noite , com uma letra composta pelo filho Paulito, especialmente para aquela ocasião:


ENA E MOACYR - 60 PRIMAVERAS
(Letra: Paulito - Música: do filme “A Noviça Rebelde”)
I
É - de - vo - cês - es - ta - can
São sessenta primaveras
De amor e devoção!
Moacyr - Enita os dois,
Um exemplo de união!
Duas velas, uma luz
Sob as bênçãos de Jesus.
Nós, teus filhos, te saudamos,
Cantando, assim, em gratidão:
II
É - de - vo - cês - es - ta - can
São Luiz Carlos e Mathilde,
Cláudia, Marcelo André,
Alexandre e Dolinha,
Eduardo, Rafaela,
Carolina e Camila
Vieram de Niterói
P’ ra beijá-los neste dia
E p’ ra cantar, com alegria,
III
É - de - vo - cês - es - ta - can
São o Paulo e Anna Maria,
Paulo Sylvio, mais Sylvana;
São a Flávia, Luiz Cláudio
E a Larissa e a Liliana,
Todos, hoje, aqui presentes
Nesta festa de amor,
A cantar com alegria
Esta canção em teu louvor...
IV
É - de - vo - cês - es - ta - can
São Paulito e Regina,
Mais Liane e João;
São Denise mais o Matt
Com vocês no coração!
Não existe longe ou perto,
Neste dia especial,
Pois o amor que te dedicam
Transcende o espaço sideral
V
É - de - vo - cês - es - ta - can
São Xeloca e João
Anna Paula e Ana Luiza
Que te amam e que completam
Tua, hoje, descendência.
Doce o Karma que nos fez
Vir à Terra com vocês
E aprender o que é o amor...
E aprender o que é o amor...
VI
É - de - vo - cês - es - ta - can
São os filhos, genros, noras,
Lindos netos e bisnetos
Mais parentes e os amigos
Incontáveis que tu tens.
Os presentes e os ausentes
Vão, agora, em sintonia,
Te brindar por este dia
Com um caloroso PARABÉNS!!!


Falar sobre ENITA é deixar falar o coração, ainda e sempre repleto de amor para com ela. O vazio deixado por sua partida, a saudade imensa de sua presença, doem muito. Pessoa boa, generosa, desprendida, dedicada e, sobretudo, que sabia amar em plenitude: à Deus, à sua família, ao próximo... Era, ao mesmo tempo, um Amor Suave - que acariciava, admirava, embalava - e Forte, que apoiava e se fazia sentir nas horas mais necessárias.
O seu amor abrangente fez com que fosse, também, muito amada. E a vida lhe foi gratificante. Colheu o que sempre plantou: AMOR. Como filha, foi dedicada; como esposa, companheira amorosa e abnegada; como mãe, sempre atenta à felicidade de seus filhos e, após eles, de seus netos e bisnetos; como amiga, sempre atenciosa e presente em todos os momentos.
Sua alegria, otimismo, compreensão, dedicação e amor - seu Exemplo de Vida - a fizeram, ou melhor, a fazem uma mulher fantástica, inesquecível.










More About Ena de Miranda Uchoa (ENITA):
Burial: 16 March 1995, Brasilia / DF.

More About Ena de Miranda Uchoa (ENITA) and Alfredo Moacyr de Mendonça Uchoa:
Marriage: 12 January 1933, Muqui - Espirito Santo.

Children of Ena de Miranda Uchoa (ENITA) and Alfredo Moacyr de Mendonça Uchoa are:
  1. +Luiz Carlos Krish de Miranda Uchoa, b. 18 April 1938, Niteroi - Rio de Janeiro.
  2. +Anna Maria Christina Uchoa Mascarenhas, b. 15 May 1939, Niteroi - Rio de Janeiro.
  3. +Paulo Roberto Yog de Miranda Uchoa, b. 30 July 1940, Niteroi - Rio de Janeiro.
  4. +Angela Maria Cristina Uchoa Abreu Branco, b. 26 September 1951, Resende - Rio de Janeiro.
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